Agroecologia e Meio Ambiente

Agroecologia e Meio Ambiente

Agroecologia

Defender a agroecologia é apoiar tanto a produção de alimentos saudáveis, livres de veneno, como a inclusão socioambiental dos produtores rurais e a preservação do meio ambiente com respeito aos ciclos naturais. O Brasil é o principal consumidor de agrotóxicos do mundo, o que coloca em risco a saúde e qualidade de vida da população. Cada brasileiro consome por ano, em média 7,3 litros de veneno nos diversos tipos de alimentos, como tomate, maçã e milho. Essa alta ingestão de agrotóxicos eleva, e muito, o risco de doenças perigosas como câncer, distúrbios reprodutivos, desregulação do sistema endócrino humano, além de má formação fetal.

Por isso na Assembleia Legislativa, tenho proposto iniciativas que regularizem o uso indiscriminado de agrotóxicos na Bahia. Como o projeto de Lei nº 21.916/2016, que cria a Política Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica. Também fiz uma indicação ao Governo da Bahia para que seja criado o Programa Estadual de Redução do Uso de Agrotóxicos (PROERA). Propus ainda, através do Projeto de Lei nº 21.314/2015, que fosse proibida a Pulverização Área de Agrotóxicos na Bahia, por prejudicar tanto os moradores que estão próximos às plantações que recebem os venenos, como os consumidores finais dos produtos.

Visita à Agroindústria da Agricultura Familiar Cheiro da Mata – RS

Com tantos perigos invisíveis, é essencial que a população conheça a quantidade de agrotóxicos aplicados nos legumes, frutas ou verduras consumidos e seu tempo de carência, ou seja, permanência no alimento. O projeto de Lei nº 21.317/2015, de nossa iniciativa, propõe que seja obrigatória a indicação expressa sobre o uso de agrotóxicos nos alimentos produzidos e comercializados no Estado.

Galo visitando feiras orgânicas do Estado

Outro projeto importante que trata dessa temática é o PL nº 22.783/2018, que regulamenta as feiras de produtos orgânicos no Estado. O objetivo da iniciativa é trazer mais segurança para o consumidor na aquisição de alimentos mais saudáveis, visto que as feiras orgânicas são uma opção para o consumidor, na aquisição de comida livre de veneno, de forma segura.

Marcelino Galo na feira de Biritinga

Tenho trabalhado continuamente para que os projetos ligados a agroecologia sejam aprovados na Assembleia Legislativa da Bahia e nossa população tenha acesso a alimentos mais saudáveis. Junte-se a nós nessa luta!

 

Meio Ambiente

Na Assembleia Legislativa, Marcelino luta contra o uso indiscriminado de agrotóxicos, que também impacta severamente o meio ambiente. A pulverização aérea causa graves danos ambientais e a saúde pública, uma vez que a dispersão dos agrotóxicos pelo vento é maior e somente cerca de 1/3 dos venenos pulverizados atingem a planta, o resto contamina a terra, a água, as pessoas, animais e o ar. O Projeto de Lei apresentado por Galo proíbe essa prática na Bahia, tanto no campo quanto nas cidades, seguindo o exemplo europeu.

Galo apresentou também o projeto que institui o “Desmatamento Zero na Bahia” e propõe a proteção das florestas nativas, além do projeto que institui o 18 de julho como o Dia Estadual dos Povos Extrativistas e das Reservas Extrativistas, a fim de resguardar as unidades de conservação essenciais para a preservação ambiental e manutenção dos modos de vida das populações, as tradicionais a Resex.

Audiência pública #ResexparaSempre

Ao Governo do Estado da Bahia, Marcelino apresentou a indicação para que seja criada a Divisão de Combate a Incêndios Florestais no Corpo de Bombeiros do Estado, para atender, especificamente, a Chapada Diamantina e o Oeste baiano, que vivem sob a pré-estiagem e sofrem com as queimadas, intencionais ou criminosas, responsabilizando criminalmente os responsáveis pelos eventuais crimes ambientais e atuando para minimizar os impactos e prejuízos causados.

Nosso mandato luta também pela aprovação dos projetos de lei que institui a política de incentivo ao uso da bicicleta no Estado da Bahia e do projeto que combate a obsolescência programada, que estabelece que os produtos deverão conter em suas embalagens informações sobre o seu ciclo de vida e o prazo mínimo de sua utilidade, dando ao consumidor a oportunidade de escolher o produto pelo seu tempo médio de duração, consumo de matérias primas e conservação do meio ambiente.